Salientar o perigo da massificação não implica em desejar o fracasso.
Se a vizinhança da paróquia conhece as badaladas, a do morro se habitua ao foguetório.
Quando se diferencia “estranho” de “errado”, a vida avança.
O problema é que eu não chego a dar qualquer oportunidade a elas; nem para me decepcionar.
Todo mundo é ridÃculo, é só uma questão de oportunidade.
Uma vez independente, assuma seus gastos e abandone a muleta retórica das promoções e condições facilitadas à aquisição do seu desejo. Os outros não têm nada com isso.
Não ouso cantar vitória, mas confesso o alÃvio diante da crise profissional – semestral – moderada. Cada dia é um novo dia.
É prazeroso constatar no público, a cada apresentação do Freak Show, uma lembrança acolhedora em relação ao Design de Bolso.
Beirava o absoluto, a beleza da mulher que veio a caminho do balcão onde eu estava encostado:
– Você está esperando?
– Há quase trinta anos. – pensei.
Reconhecer o passado nem sempre é uma forma de homenagem.
Ainda que o resultado não honre seus melhores dias, encerramos ontem a primeira fase do projeto Freak Show, com vistas à nova temporada. Bola pra frente.
Aos poucos – ou nem tanto –, todos os serviços ganham cobranças adicionais em nome da proteção. Podem ser os correios, os bancos; quase nada escapa. Daqui a pouco surge a taxa do bom atendimento.
Um caso a ser considerado.
A vida é como o táxi: ou você dirige – e empurra –, ou toma.
– Você acha que eles combinam?
– Se eu confirmar, posso ofender alguém.
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