Premiai-vos, eles não sabem o que fazem.
Daniel Sabbá e Nuno Leal Maia.
Foram seis anos, ou mais. Perdi a conta. Lembro que era magro e tinha o cabelo comprido. O importante é que retornei, de fato, à praia.
Caminhei sob o sol vingativo, aproveitando o mar à direita e o céu à esquerda – se é que fui claro. Ao procurar repouso, receei com a possÃvel aglomeração para me hidratar e devolver ao ambiente marinho, mas tudo terminou bem.
A melhor coisa que fizer na vida será a segunda.
Pior que o saudosismo, somente o neo-saudosista.
Retardar o envelhecimento pode implicar no envelhecimento retardado.
Arrastado pelo Samurai do Leblon, conferi metade da apresentação de Roger “Floyd” Waters na Apoteose. A Banda mostrou coesão e competência, e o som, pasme, comportou-se à altura do ingresso pela primeira vez. A quadrifonia trouxe o Dolby 5.1 para a realidade, e foi a grande estrela da noite, nesta humilde resenha. Enfim, valeu.
Se a questão é a diferença entre essa ou aquela banda, pouco importa, visto que o original inexiste há muito. O negócio é aproveitar o que ainda resta.
A projeção, tão comentada, não impressionou, ainda que tecnicamente assombrosa. Foi impossÃvel não imaginar aquele poderio a serviço do Freak Show.
Depois do sentimento, o segundo maior clichê musical é a geografia.
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