14/03

Premiai-vos, eles não sabem o que fazem.

Daniel Sabbá e Nuno Leal Maia.

13/03

Um Airbag emocional cairia bem.

12/03

Foram seis anos, ou mais. Perdi a conta. Lembro que era magro e tinha o cabelo comprido. O importante é que retornei, de fato, à praia.

Caminhei sob o sol vingativo, aproveitando o mar à direita e o céu à esquerda – se é que fui claro. Ao procurar repouso, receei com a possível aglomeração para me hidratar e devolver ao ambiente marinho, mas tudo terminou bem.

A melhor coisa que fizer na vida será a segunda.

Pior que o saudosismo, somente o neo-saudosista.

11/03

FMI é o FIM fora de ordem.

Retardar o envelhecimento pode implicar no envelhecimento retardado.

10/03

Arrastado pelo Samurai do Leblon, conferi metade da apresentação de Roger “Floyd” Waters na Apoteose. A Banda mostrou coesão e competência, e o som, pasme, comportou-se à altura do ingresso pela primeira vez. A quadrifonia trouxe o Dolby 5.1 para a realidade, e foi a grande estrela da noite, nesta humilde resenha. Enfim, valeu.

Se a questão é a diferença entre essa ou aquela banda, pouco importa, visto que o original inexiste há muito. O negócio é aproveitar o que ainda resta.

A projeção, tão comentada, não impressionou, ainda que tecnicamente assombrosa. Foi impossível não imaginar aquele poderio a serviço do Freak Show.

Nada se cria, tudo se publica.

Dize-me com quem run, que eu te direi quem reset.

9/03

“Hipótese” pode ter sido um grego.

Meu destino é acumular papel.

8/03

Depois do sentimento, o segundo maior clichê musical é a geografia.

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