Quase todo mundo vê a boa ação como um programa de milhagem.
Se o suor denota esforço, você, parado – molhado –, indica não pertencer àquele lugar.
No caso, o país.
Repare em como reinam sozinhos, feiosos, aqueles prédios ostentando as empenas cegas, potencializadas por algum exíguo projeto ou terreno. Vale a cobiça do incorporador diante do descaso urbano.
Entre as razões para não atender sempre o celular, o próprio.
Finalizado quinta-feira em São Paulo, o novo clipe do Xis é trazido por Tony de Marco para a gravadora – e de lá, em primeira mão, para o nosso honrado escritório. A primeira exibição pública acontece hoje, n´A Casa dos Artistas.
Segue a dica tardia da “Arte brasileira na Coleção Fadel – Da inquietação do moderno à autonomia de linguagem”, com aproximadamente duzentas obras abarcando o Modernismo; e a “Gráfica Utópica – Arte gráfica russa 1904-1942”, com o magistral design impresso desenvolvido às portas do século XX na extinta URSS. Tudo no CCBB.
Nas cercanias do prédio há uma pérola vernacular, um rompante sacana. Abriram uma lanchonete, Wimbys, cujo letreiro – ou melhor, a marca – é a inversão de uma conhecida cadeia americana. Vale a visita.
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