Existe suficiente esclarecimento para entender que há muito o que relevar e divulgar neste terceiro planeta solar. Alguém precisa interromper o monopólio da tragédia. Basta!
Caostofobia.
Pairamos entre elas, Terceira Guerra ou Guerra de terceira.
A questão mundial chega ao ponto.
Dica preciosÃssima do Mário, a caligrafia do iraquiano Hassan Massoudy.
É de uma exuberância atordoante.
O sangue de Jesus tem poder, engorda e faz crescer.
Bonitos os ônibus internos da Comlurb, conseqüência natural do laranja que tão bem veste os garis. Não se pode negar, é um uniforme chique demais. Coolurb.
Robert Plant e Ovelha.
Por favor.
1 GB é um Gigabyte.
1 Gb é um Gigabit.
Quando um caderno de informática começa a trocar, é hora de jogar a culpa no corretor automático.
A atriz Maria Antonieta de las Nieves, que interpretou a Chiquinha no seriado Chaves, venceu a disputa judicial pelos direitos da personagem. No final do ano passado ela quase infartou após receber a notÃcia de que seu antigo colega Roberto Gomes Bolaños, o Chaves, a estava processando. Maria Antonieta encarna a Chiquinha até hoje em apresentações circenses, sendo que esses shows são seu principal ganha pão. Bolaños queria ser reconhecido como criador da menina sardenta que, com o passar dos anos, acabou ganhando se tornando independente da série. Os advogados de Chesperito (apelido do ator) disseram que vão recorrer à sentença em primeira instância. Ainda bastante chateada, Maria sugeriu ao antigo colega a divisão dos direitos sobre a personagem para que essa questão seja encerrada sem maiores desgastes.
Ricardo Cruz, para o Papum.
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