17/06

A salva de palmas deveria constar da declaração dos direitos, como benesse diária. Imagine o efeito ao acordar, por exemplo.

Adeus, terapia.

Sobre o monitoramento das condições de tráfego automotivo, seria plausível uma estimativa para as calçadas. Em uma cidade cuja exigüidade entre o meio-fio e os imóveis vai em proporção inversa à população idosa, o deslocamento é prejudicado em horários de pico.

E não é mito: há gente com o dom de obstruir a passagem, dentro e fora da metáfora.

A primeira notificação extra-judicial a gente nunca esquece.

16/06

Fernanda Krug, corpo de violino. Maravilha.

É no trabalho que o fumo alheio nos remete à variante: o sonho da sala própria.

Contamos em uma das mãos os ilustradores com formação em design que sabem equilibrar o talento, sem recorrer ao traço gratuitamente.

15/06

A imagem não sugere um artefato mecatrônico dos contos, uma Harpia de ferro ou qualquer-alado-mítico em versão industrial? É a impressão do ângulo ao acordar. Sóbrio, juro.

Lamento, em meus pares, uma ausência de sintonia além-profissão. A conversa não rende e desmotiva, infelizmente.

É impressionante que uma nova separação de roupas para doação, pouco tempo depois, revele ainda um farto material a ser presenteado. Não chega a rivalizar com o papel, mas ajuda a entender um talento pessoal para o acúmulo.

Basta encarar o espelho.

14/06

Ordene o ator Herson Capri, o governador sul-riograndense Germano Rigotto, e o ex-presidente Fernando Collor.

Não parece um morphing?

O talento é coletivo quando a mediocridade é indiviual, e vice-versa.

Às vezes eu queria ser Luthier.

13/06

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