11/12

Vou te mostrar que é de chocolate / De chocolate o amor é feito / De chocolate / Choco, choco, chocolate / Bate o meu coração; ou

Rá rá o Carequinha / Virando mil cambalhotas / Deixou cair a sua calça / E foi a maior gargalhada; ou

Bate palma pra dentro / Bate palma pra fora / Que amanhã bem cedinho / Todo mundo vai embora; ou

O que começa com B, brincadeira e beliscão / O que começa com C, cachorrinho e caminhão / O que começa com D, dado, dedo, dói, dedão / O que começa com E, elefante e empurrão; ou

Tartaruga / Casca dura / Bicho mole / O tempo voa / E numa boa / O bicho dura; ou

Mas voltando ao assunto da garota / Vou chamar a minha mãe pra conversar / Já sou grande, já passei de um metro e vinte / E já tenho condição de namorar; ou ainda

Eu encontrei um brinquedinho divertido / Tenho certeza que você vai se amarrar / Duas rodinhas enroladas num barbante / Te dou um doce se você adivinhar / Ele parece um biscoitinho recheado / É redondinho e tão gostoso de brincar / Segure firme bem na ponta dos seus dedos / Me dê um beijo que eu vou te ensinar / Enrola, enrola / Também tô querendo / Pra baixo, pra cima / Subindo e descendo / Enrola, enrola / Do jeito que eu faço / Rodando, rodando / Eu quero um abraço / Iô Iô Iô Iô eu te amo

Para ficar em alguns.

Diga que o repertório do Trem da Alegria não tem duplo sentido.

O Design anda como o futebol carioca: surras, goleadas e a visão do rebaixamento.

10/12

E no embarque:

– O Senhor tem um excesso de cinco quilos.
– Eu adoraria que fosse verdade.

É assustador que a retórica eclesiástica insista na verborragia difusa – como se traduções e versões seculares não se encarregassem por natureza. A Diocese assume, assim, o lóbi do objeto da fé, dos mantras de culpas impostas por fac-símiles celestes, visando subjugar pelo medo.

Fora – ou foda – as criancinhas.

9/12

Orquestra e Escola de Samba: impressionam os sons coletivos.

8/12

Muito pouco sobre os nove anos de ausência do Maestro Antônio Carlos, enquanto sobram lembranças para Lennon. É a imprensa.

Não passa pela comparação, mas, afinal, você sabe.

Sabemos.

O político é uma espécie de ladrão por licitação.

7/12

Já anunciaram o costumeiro aumento pirotécnico para o réveillon em Copacabana.

Um dia explodem o bairro.

Nada pior do que as datas festivas, quando seu desejo é tratado comercialmente como um pinball.

6/12

Já comentei que, num sentido estrito da proficiência curricular – línguas, software, técnicas – encontro-me bem limitado. Acho que teria grande dificuldade em arrumar emprego.

No fundo, é crime por formação de partido.

5/12

Esse Caderno H do Jornal do Brasil é o exemplo da superação aplicada ao caos. É caso para bafômetro no departamento pessoal.

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