14/09

E agora, carnaval baiano em Barcelona.

Xangai, a sua hora vai chegar.

Pego-me observando volta e meia, há anos, algumas estruturas de lentes que remetem ao símbolo da Globo. Repare.

13/09

É essencial elogiá-las.

E fácil.

Há provocação onde falta prioridade:

12/09

– Guardei com o maior carinho os ingredientes.
– É isso aí. Trate bem antes de comer.

A forração de plástico-bolha transforma alguns envelopes em mini-edredons.

11/09

As aparências insistem; e, aí, enganam.

10/09

No restaurante, ela e uma amiga na mesa próxima à entrada. O nome falta, como de costume; mas o elogio é necessário. Sorrio, pois, tímido, e passo rumo ao grupo que já aguarda. Ela provavelmente ignora.

Mais uma vez.

9/09

Quando alguém disser “Bauhauhauhaus”.

Já disse.

Um rosto bem desenhado, um sorriso malicioso e convidativo. A Patrícia Koslinski vale, sozinha, pelo GNT.

8/09

Diz o meu primo, que nas imediações da Cidade de Deus o cuidado requer uma nova atenção: há quem se deixe atropelar, para, em seguida, pleitear indenização.

– Realmente, eu me odeio.
– Ah, não fica assim. Eu também te odeio.

7/09

Tem algo mais chato do que aturar, sozinho, os diálogos de um casal?

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