5/11

O que você, designer, tem feito para que essa carreira não seja objeto de piada interna? Avalie aquele compromisso, sem galhofa.

É hoje.

Ps.: “Dia do Designer” até parece campanha de lanchonete

Eu adoro o barulho da água descendo pelas pedras.

4/11

Deve existir um agravante pessoal que justifique a terceiros uma visão deturpada com vistas ao tratamento infantil, subavaliado, tendencioso e contraproducente.

É necessário remediar tal incorreção; e começar a mandar pessoas para o devido lugar.

Já são dez anos sem a figura que disparou tantas mudanças indiretas em nossas vidas. É tempo de lembrar e saudar o Tio Francisco.

3/11

2/11

Se a mudança de governo estadunidense é um consenso, não se pode deixar, também, que a figura da oposição se apresente como uma solução plena.

Alguns de nossos melhores exemplos são as figuras opostas. É o erro que satisfaz.

1/11

Desconheço algum artigo sobre a sinalização desequilibrada – desde os arrabaldes carentes de controle de tráfego, às empanzinadas ruas Cosme Velho e das Laranjeiras, por exemplo. Experimente contar, desde o Largo do Machado até a alça do Rebouças, o número impressionante de sinais de trânsito. Não bastasse o afunilamento natural da via, como os tantos colégios e ônibus, a CET ajuda a tornar o deslocamento cada vez mais improvável.

Eu defenderia, para começar, uma linha de metrô entre a Lagoa e a Tijuca, passando pela Praça São Judas Tadeu. Até os turistas agradeceriam.

Quado a bolsa revela um remédio para úlcera abandonado, você lembra do teste vocacional.

Saravá!

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