13/01

O problema não era o cabelo comprido há alguns anos, mas os apelidos.

“Rômulo Costa” ganhou.

O set de filmagem é como a neve: bacana nos primeiros dez minutos.

Depois disso, haja.

12/01

A estabilidade da conexão web é inversamente proporcional à do escritório.

11/01

Eu queria ver estátuas reproduzindo a obra do Cássio Loredano.

10/01

Se o material institucional tradicional já não prima pela excelência, o que dizer daqueles tratados disponibilizados em páginas de pequenas empresas? É extenso o rol de bobagens sobre a filosofia profissional, seus objetivos e tantas outras obviedades que se prestam, quando muito, à ironia: imagine relatar o oposto, desdenhando de prazos e propostas, até para ver se alguém percebe.

Ninguém lê.

Nada contra o hábito ou vício que nasce de comportamentos alheios. Respeite-se a individualidade.

Respeite-se também, porém, os limites espaciais. Questão de maturidade.

9/01

Se há seleção de empregados para fast food, o Bob’s inverte os requerimentos: uma equipe tradicionalmente fraca requer planejamento e tradição.

Ela mais alta.

8/01

Valor Econômico, 30 de novembro de 2004, página C1:

© Ruy Baron / Valor

– E aí, Palocci, o que você acha?
– Senhor, acho que aplicaram Mosaic Tiles atrás da gente.

É cruel lembrar-se dos tributos que seqüestram o rendimento equivalente a quatro ou cinco meses de cada ano. A punição ao investimento produtivo e o prêmio ao capital especulativo constituem um nazismo financeiro – de criminalidade política e incompetência institucional –, pisando paulatinamente em parreiras, ao invés de uvas.

7/01

Se já são raros os momentos sociais para uma livre e saudável discussão de bar, a seara profissional encontra um horizonte espantosamente restrito, mesmo em relação a épocas em que o hábito já andava rarefeito. Talvez, mais uma vez, sejam fundamentais os encontros de estudantes – mesmo para profissionais –, pela oportunidade de reunião, de conversas sinceras e sem compromisso.

Pena, aliás, que o N de Santa Maria, impecável sob tantos aspectos, tenha devido quanto a isso. O tal Design de Buteco, de BH, foi memorável.

No entender pessoal – levando em conta a dinâmica de comunicação cotidiana –, só pode ser considerada gíria aquela terminologia que não passar de sete – dias ou pessoas.

Depois disso, é livro.

6/01

Ainda avalio os diversos e inquestionáveis – e tantos! – erros no trato com o outro sexo, para que os processos de reavaliação e maturidade lancem alguns espasmos de lucidez.

DJs ou designers: difícil saber a campeã dentre as definições contemporâneas roubadas cotidianamente.

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