Seja qual for a vantagem obtida, o fundamental é divulgar.
Num contexto geral e análogo, a grande imprensa acaba funcionando como o nutricionista do McDonald’s.
Para extirpar qualquer xeque-mate pessoal, a discussão interna foge de uma pseudo-avaliação que busca a condescendência pública na exposição de suas incongruências. Muita gente o faz, também, mas alguns estranham quando a constância pesa.
“Ele me oprime! Ele me oprime, e eu o vencerei! Hei de caçá-lo entre as luas de NÃbia, dentro do redemoinho de Antares e em meio à s chamas da perdição, antes de desistir.”
Khan.
O epilético Jair Rodrigues merece mais do que um resumido tÃtulo de “Primeiro rapper brasileiro”.
Do ano findo, várias crises e uma espécie de enquadramento pessoal e profissional em circunstâncias há muito adiadas, um tanto humanas. A constatação é essencial e valorosa, retirando, por exemplo, de reflexões e promessas sobre uma retomada de enfoque experimental – aquele visceral e pelo qual fui reconhecido –, a não-necessidade da revisão de atitudes naturais a um processo de luta e questionamento. Mantém-se a matriz energética, que produziu e deu asas ao arsenal gráfico das páginas passadas. Não procede a preocupação pela busca de um tempo registrado e pertinente ao momento passado. Havendo o sentimento e a visão de possibilidade, será dada a forma a qualquer nova instância, proporcional aos anos adquiridos nesse Ãnterim.
Chega de promessas, bobagens, datações. O fato está registrado. O ciclo, se não encerrado, libera os seus resultados. Vem coisa aÃ.
Rojão: o supra-sumo da imbecilidade.
Não peça às bruxas, aos deuses. Redimensione os pulos das ondas, as comidas e as cores especiais. Esqueça essas bengalas, e faça por você, que o todo agradece e passa a respeitar. E colabora.
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