O que há de crítico no cítrico?
O sono irregular de toda uma vida vai corroendo a gente por dentro. Eu queria ser como aqueles que repousam impassíveis, tal qual um faraó, e por horas, em qualquer canto.
Eu seria uma pessoa melhor.
Ps.: Mas o chá tem ajudado um bocado.
Com o tempo, meu deslocamento se resume às redondezas da residência e do trabalho.
Jamais tomei como necessária a justificativa de afeto e respeito pelos animais, mas acho preocupante o elencado pensamento sobre uma tal superioridade não-humana. Estaria mesmo em último plano, a raça dos homens? Uma ou tantas abritrariedades, impensadas, cometidas por semelhantes, justificariam uma comparação direta ao universo das outras criaturas, deixando por alto tantas e vastas conquistas cá deste lado? Trata-se de um menosprezo, uma planificação entre nós. Não pretendo questionar ou medir o comportamento – qualquer um – dos “bichos”. O exercício do coabitar é importante para todas as formas, assim como o entendimento dos objetivos evolucionários. E não serei eu a ser posto “abaixo” de um Jabuti. É bem longe disso, em verdade.
É comum ouvir sobre o conhecimento matemático necessário à correta interpretação dos endereços brasilienses.
Mas eu continuo estudando Batalha Naval.
Aquela marca da Kaiser, gigante, no fundo do Sambódromo, dá um mau presságio danado.
Parece brincadeira, mas em algum momento da adolescência eu realmente cheguei a acordar mais cedo, antes mesmo das aulas do período da manhã, para curtir o ócio.
Nada como a sensação de fazer nada.
Anteriormente um fetiche, agora é medo o que eu sinto dessas orientais nas fotos institucionais de lançamentos de gadgets.
A minha falha memória diz da proibição do uso de caçambas de caminhonetes para o transporte humano.
Mas o BOPE pode.
A câmara dos deputados da França debateu calorosamente durante 41 horas, para sancionar o projeto de lei pondo fim à jornada de trabalho semanal de 35 horas.
Ora.
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