16/02

O que há de crítico no cítrico?

O sono irregular de toda uma vida vai corroendo a gente por dentro. Eu queria ser como aqueles que repousam impassíveis, tal qual um faraó, e por horas, em qualquer canto.

Eu seria uma pessoa melhor.

Ps.: Mas o chá tem ajudado um bocado.

15/02

Com o tempo, meu deslocamento se resume às redondezas da residência e do trabalho.

Jamais tomei como necessária a justificativa de afeto e respeito pelos animais, mas acho preocupante o elencado pensamento sobre uma tal superioridade não-humana. Estaria mesmo em último plano, a raça dos homens? Uma ou tantas abritrariedades, impensadas, cometidas por semelhantes, justificariam uma comparação direta ao universo das outras criaturas, deixando por alto tantas e vastas conquistas cá deste lado? Trata-se de um menosprezo, uma planificação entre nós. Não pretendo questionar ou medir o comportamento – qualquer um – dos “bichos”. O exercício do coabitar é importante para todas as formas, assim como o entendimento dos objetivos evolucionários. E não serei eu a ser posto “abaixo” de um Jabuti. É bem longe disso, em verdade.

É comum ouvir sobre o conhecimento matemático necessário à correta interpretação dos endereços brasilienses.

Mas eu continuo estudando Batalha Naval.

14/02

Muito cuidado ao batizar a sua empresa:


“O mundo ao seu alcance…”

– Ela continua como um filé do Lamas.
– Huh?
– Dá para mais de uma pessoa.

Aquela marca da Kaiser, gigante, no fundo do Sambódromo, dá um mau presságio danado.

13/02

Parece brincadeira, mas em algum momento da adolescência eu realmente cheguei a acordar mais cedo, antes mesmo das aulas do período da manhã, para curtir o ócio.

Nada como a sensação de fazer nada.

– Falavam que você é antipático, mas você é legal, divertido.

Anteriormente um fetiche, agora é medo o que eu sinto dessas orientais nas fotos institucionais de lançamentos de gadgets.

12/02

A minha falha memória diz da proibição do uso de caçambas de caminhonetes para o transporte humano.

Mas o BOPE pode.

Poderia haver Maracujina animal, pelo menos para os pequenos cachorros.

11/02

A câmara dos deputados da França debateu calorosamente durante 41 horas, para sancionar o projeto de lei pondo fim à jornada de trabalho semanal de 35 horas.

Ora.

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