Davos, não nego. Pago quando puder.
Ai.
11/02
10/02
Eis que a trava da porta do escritório – a Tetra Chave, da Papaiz – quebra, literalmente, ao meio. Na semana seguinte, é a vez de outra, semelhante, que “apenas” enguiça dentro da fechadura. Passado o dia, encontra-se uma pequena chave junto à calçada, na entrada principal. Estranho. Muito. – Não é que eu seja gordo; só nasci em D1.
Comentários desativados em Piada interna
9/02
– Tenta pedir um Yakisoba pra mim, que aqui no Brasil o restaurante não atende.
Comentários desativados em Siri mole
Tem gente que é tão, mas tão interessante, que faz você preferir desfragmentar o HD. 8/02
Eis que a chuva dá a trégua para a folia momesca. Evoé Namor.
Comentários desativados em Chovia para cachorro. Chovia.
Você pega um filme de ficção, e começa a questionar o raciocÃnio arquitetônico e social das metáforas futuristas, em certo – e alto – grau, as mesmas de clássicos trash. Qual a diferença, senão o acabamento? Estaria comprometida a curva evolutiva de uma realidade hipotética? Não existiria uma ascendente conceitual, apenas a rarefeita e preguiçosa exploração tecnológica, beirando mais a perfumaria? Ed Wood faz a grande crÃtica dessa pasmaceira. Estamos todos presos a concepções de forma pré-existentes, algo tenebroso para o exercÃcio de criação.
Comentários desativados em A cena muda?
7/02
Haverá sempre quem vincule preferencialmente o resultado a algum predicado tecnológico, seja o conhecimento de programas ou a aquisição de máquinas – uma suposição tipicamente leiga, aliás, alimentada por estudantes recentes, professores mal informados ou mesmo a mÃdia generalista. Não é ali, que a banda toca. 6/02
– Um dia eu vou escrever um livro com as frases que mais ouvi durante toda a minha vida. Sem sombra de dúvida, a que encabeça a lista é “Cadê o Zé?”
Comentários desativados em Papo sério
5/02
Imagine viver um estado de manifestação e recepção das impressões reais – as maduras – em sociedade. Não estamos preparados para uma utopia bruta. |
Powered by WordPress ![]() |
|