– Então, marca lá… afinal, é seu aniversário.
– Eu morro de medo de marcar algo e ninguém aparecer.
– Você e todo mundo que eu conheço.
– O medo maior é que apareça apenas uma pessoa, para ser a testemunha.
“Hoje é festa lá no meu apê…”
“… Levantou poeiraaaa!”
Eu ainda abro uma casa de festas com Jazz.
Não fosse a interrupção momentânea do tratamento de acupuntura – uma versão à base de sementes presas à orelha –, continuaria o meu aspecto sujo, quiçá doentio com esses caroços pretos aparentes. Não foram poucas, provavelmente, as mulheres impressionadas.
A repetir: Somente a pradaria do currÃculo charlatão pode acolher propriamente o pioneirismo de boteco, a conversa do primeiro quem? no primeiro onde?; toda essa muleta retórica, principalmente na seara tecnológica.
Hospedeiros não faltam, então.
Graças à incapacidade histórica para retransmitir más notÃcias, minha mãe forjou um Crash Test Dummy de marcapasso.
“Parem as Máquinas!” é uma chamada interessante para cada novo Windows.
– Marca um lugar pra gente se encontrar lá dentro!
– Procura a pessoa mais bonita… estarei ao lado.
Aniversário, pois. E que se cumpra sem balanços ou metas, sem aspectos e pesos ou cobranças biográficas. Relax. E que seja assim, um dia farto e feminino, uma celebração do encontro no tilintar das horas – tudo pro nobis.
Obrigado a todos, sempre.
Ps.: E que o próximo não implique na citação de Jesus. Para todos os efeitos, atirem em quem ameaçar.
Entre outros aspectos, o Dólar em baixa viabiliza um leque de atrações internacionais, principalmente as de pequeno e médio porte. O reflexo já se faz sentir aos poucos no Mistura Fina, e pode reservar um belo panorama para o Chivas Jazz e o Tim Festival. É torcer.
Não vou negar a curiosidade sobre a familia “tradicional”, integrada e próxima.
Curiosidade mesmo. Só isso.
Essa abstinência pré-combate só aumenta o temor do oponente: vai que no primeiro abraço a coisa desanda?
Macintosh com chip Intel – e há quem não acredite na Terra do Nunca.
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