Que sangrem em praça pública todos aqueles que aproveitam os veÃculos de emergência para cortar o tráfego.
Chernobyl e Juninho Bill: muito além de uma rima.
Quantas das grandes descobertas devem-se a acidentes, a misturas inesperadas e coisas do tipo?
A humanidade precisa dos atolados.
– Soube da greve de fome do Padre? Nunca vi alguém morrer disso.
– Não acompanhei, mas já li alguns casos.
Fosse eu, o Cremerj publicava uma nota em apoio.
Era tão feio, que foi registrado como ocorrência.
Basta pretender voltar a pedalar, para sair um artigo alertando sobre o risco de impotência na utilização do selim tradicional – o que não chega a soar estranho para todo aquele que já saiu “dormente” de uma bicicleta.
Agora, eu não sei se emagreço ou tenho filhos.
É difÃcil não relacionar a cor dos galpões da Cidade do Samba à marca da Prefeitura. É complicado acreditar nessa disputa infantil entre as instâncias governamentais.
Hum mil, quatrocentos e quarenta quadros de silêncio em memória do arquivo da Aardman, consumido pelo fogo na madrugada.
Com tanto lugar para arder por aÃ… que tristeza.
Ainda que o analfabetismo funcional pareça e possa realmente ser o pior sintoma, há também a empedrada patrulha ortográfica, onde os maneirismos e a curiosa intolerância eventualmente passam ao largo do exemplo gramatical.
– Olha, você me desculpe…
Detesto essas escusas frequentes. Quer falar? Fale.
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