13/10

Que sangrem em praça pública todos aqueles que aproveitam os veículos de emergência para cortar o tráfego.

12/10

Chernobyl e Juninho Bill: muito além de uma rima.

Quantas das grandes descobertas devem-se a acidentes, a misturas inesperadas e coisas do tipo?

A humanidade precisa dos atolados.

11/10

– Soube da greve de fome do Padre? Nunca vi alguém morrer disso.
– Não acompanhei, mas já li alguns casos.

Fosse eu, o Cremerj publicava uma nota em apoio.

Era tão feio, que foi registrado como ocorrência.

Basta pretender voltar a pedalar, para sair um artigo alertando sobre o risco de impotência na utilização do selim tradicional – o que não chega a soar estranho para todo aquele que já saiu “dormente” de uma bicicleta.

Agora, eu não sei se emagreço ou tenho filhos.

10/10

É difícil não relacionar a cor dos galpões da Cidade do Samba à marca da Prefeitura. É complicado acreditar nessa disputa infantil entre as instâncias governamentais.

Hum mil, quatrocentos e quarenta quadros de silêncio em memória do arquivo da Aardman, consumido pelo fogo na madrugada.

Com tanto lugar para arder por aí… que tristeza.

9/10

Ainda que o analfabetismo funcional pareça e possa realmente ser o pior sintoma, há também a empedrada patrulha ortográfica, onde os maneirismos e a curiosa intolerância eventualmente passam ao largo do exemplo gramatical.

Ainda lançam uma importadora chamada “Intenção”.

8/10

Pesquisando terceiros, descobri-me no IMDB.

Gostei.

– Olha, você me desculpe…

Detesto essas escusas frequentes. Quer falar? Fale.

7/10

Momento em que invejo a máquina: Boot.

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