– Chamaram alguém da Disney para os efeitos.
– O Pateta?
“Brennand” lembra “Rentato”, um nome escrito errado.
Quem tem um olho:
a) Economiza.
b) Não usa óculos 3D.
c) Monta uma igreja.
d) Faz um blog.
e) Lê um blog.
A vida imita a arte – que já pôs na justiça.
Se toda cerimônia de premiação fosse igual, imagine como seriam as piadas dos apresentadores do Nobel.
A mecânica do vestuário poderia ser renovada através de parâmetros culinários, por exemplo, facilitando o acesso e o entendimento:
– Eu queria uma calça “para duas pessoas”.
– Eu nunca mudei o visual radicalmente.
– Aqui, a natureza se encarregou.
Eu odeio quando, ao término de um programa televisivo, a tela se deforma para os créditos.
– Você tem sonolência quando está próximo a alguém trabalhando? Digitando, martelando…
– Eu nunca pensei nisso. Vou observar.
– Tem um cara colocando prateleiras aqui… ‘tô morgado.
Há uma tendência à irresponsabilidade corporal na profissionalização do esporte, regida segundo a competição obsessiva; boçal e malsã como aqueles perfis sedentários. Vem pela imprensa, também, essa visão imediatista que transforma a prática natural em um ritual esbaforido.
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