Eu só queria uma produção audiovisual que respeitasse a lógica geográfica do Rio.
Ainda trabalho com a hipótese da intervenção divina pela mudança alimentar, seja através de situações enojantes ou prazos de validade inesperados.
Remuneração pelo trabalho? Meus pêsames.
Maior a proeminência do serviço, menor a verba. Regra.
Dormindo, procuro um papel – durante o sonho – para transcrever algo para o Blog. Não encontro, e acordo com o registro da necessidade.
Serão?
E que alguém limite a exibição do skyline de Manhattan, por favor.
Pelo menos incita à leitura.
Vitimado pela natureza humana, presenteei livros a quem não os valoriza. DifÃcil evitar.
É o pro forma que nos deprime.
Os olhos que concentram a Karine Carvalho, um negócio sério.
Ninguém escapa àquelas canções que impiedosamente atiram o incauto às memórias enterradas. E o cheiro, traiçoeiro, num breve e preciso momento bate fundo na regressão hipnótica. Impressionante.
Espiralado, o tempo é preciso, e agora a Varig joga a toalha e toda a roupa de cama. Não serão as questões judiciais e as eventuais indenizações governamentais que trarão a companhia para a velocidade de cruzeiro. É a gestão temerária, a pesada estrutura e um histórico monopolista que despencam sem grande mistério.
Deve ter ex-funcionário da Panair rindo à toa.
Fosse bairrista, arrumaria argumentos em demasia, em nome da base operacional carioca, mas não posso atropelar a economia de mercado. Se a União errou tantas vezes em crises similares, é hora de seguir os livros, incluindo a punição dos responsáveis. E que todos sobrevivam sob a legalidade, ainda que hipotética.
E, se dizem que a Varig é “a cara do Brasil”, tudo isso parece pertinente.
Apresenta-se o “novo” Jornal do Brasil e a confusa divisão de formatos: standard para o assinante e berliner para as bancas. Há sintomas de homogeneidade e melhor respiro das páginas, ainda que predomine uma inconstância programada que remete ao diário interiorano, algo possivelmente revelador e apropriado. O logotipo assume a cor – uma caracterÃstica local –, e não contenho o incômodo pela restrição à forma como a maioria a usa. São raros, rarÃssimos aqueles sob o bom design pelo mundo.
Talvez alguém lance algo proporcional ao que o JB representou, esquecendo o presente, o botox comunicante e a vergonha. Gente de fora, outra história.
Ps.: A Clarendon faz falta.
A desconstrução e a reinvenção do ensino básico ainda podem salvar um paÃs. O indivÃduo estimulado vive a serenidade.
Todos nós passamos pelo processo tortuoso travestido como aprendizado à s custas de professores mal preparados e decorebas medievais. E é difÃcil achar a exceção. A molecada que vem aà não pode continuar repetindo esse jogo.
Pintaram o muro no inÃcio da rua, anunciando o pagode aos sábados.
Isso dá isenção de IPTU.
Eu acabo reclamando da minha mãe como algo exclusivo, e naturalmente não é assim. Essa intensidade apenas caracteriza uma relação maior – para o bem e para o mal –, que não se repete com outros familiares pelas mais diversas situações. E o que resta, é o resto.
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