O Enochato pode ganhar em número; mas perde, em densidade, para o Tipochato.
Desconheço a intenção do símbolo da Webjet, que talvez aluda à janela do avião. O desenho amorfo tanto se aproxima do quadrado, como do círculo: ambos, flácidos.
Aplicado em aeronave, então… Que aflição.
Nossos encontros partem de uma obrigação cotidiana para revelar que, de essencial, pouco resta ao animal social.
Unidos do Reino: Brasil, o País de gafes.
MSN:
– Estamos com algum problema de Internet?
– Conversando por aqui…
É notável a freqüência com a qual nos inserimos – passivamente ou não – em reações que revelam prepotência e ignorância com relação ao contratante.
Cada vez menos, espero.
Um ambiente elitizado, e a mulher da mesa ao lado bradando os quatro gatos de tevê a cabo. Não dá, não precisa.
É de gente assim que eu lembro, todo dia.
O engarrafamento infantil faria supor o descontrole da natalidade, ainda que aposte na imprevidência pessoal, insistindo pelo pequeno programa literário do fim de semana: ou é a fodelança alheia, ou a minha escolha desastrada.
Mas, tudo bem.
Não há como descrever, contudo, os aparvalhados que soltam as crianças e ignoram o caos.
– Eu voto em você de paletó e gravata.
– A calça eu tenho… De repente compro uma camisa.
– É tão lindo homem de terno, ainda mais em casamento.
– Como eu jamais uso, não acho ruim variar.
– Então usa! Compra um bem bacana, que a mulherada adora!
– O problema é que gordo de terno vira segurança.
– Você não é goooooordo…
– É verdade: tire uns três “o”s daí.
Não são apenas os livros semanais, o que a vendedora agradece. A minha auto-estima também.
A percepção etária se anuncia quando o interesse pela promoção do Dia dos Pais não visa presentear.
No informe diário, lotar ganha uma elasticidade notável.
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