Prefiro duvidar ter visto um motoboy anão.
Em verdade, pela proporção de corpo e acessórios, parecia mais motochild. E para entregar o quê?
23/07
Prefiro duvidar ter visto um motoboy anão. Em verdade, pela proporção de corpo e acessórios, parecia mais motochild. E para entregar o quê? 22/07
De alguma estação do metrô é que parte a caminhada saturnina, recuperando, percebendo e registrando novamente a Cidade. E o clima esportivo e o sol forte pedem por Copacabana, onde tanta gente tranqüila parece até figuração de novela. A orla vibra em cores, tendo ao fundo o majestoso contraplano do Pão de Açúcar, que puxa pela minha preferência em relação ao enquadramento tradicional. A quietude prossegue por Ipanema, castigando a palidez que exibo irresponsavelmente ao sol. Enquanto meninas bonitas, famÃlias e viaturas coabitam, lamento o desequilÃbrio da cobertura policial pelos bairros distantes, ainda que haja algum sintoma de melhora no ar: é só deixar a Cidade respirar. 21/07
Não culpe o álcool, mas o celular: E comecei a tomar remédio para o tremor. Hmpf. Nada como ser Beta Tester de uma cervejaria. Se conseguir entrar e sair de uma lâmpada, eu chamo de gênio.
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20/07
Concluindo a descrição do imóvel pelo telefone, o corretor: – Esse é realmente sinistro!
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19/07
E o noticiário insiste na tragédia biográfica, exponenciando famÃlias e dores Ãntimas que só fazem encher laudas. São erros pregressos que deformam vÃtimas e geram o martÃrio descontextualizado: “Faltava um dia para se aposentar”, “Era voluntário da Cruz Vermelha”, “Queria doar todos os órgãos em um mês”. Por favor. E, na tevê, o transeunte que escapou: – Eu sobrevivi porque Deus é grande. Ou ocupado. Padaria: – É pão italiano comum? Fubá, alguém?
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