14/07

– Tenho uma festa-casamento a fantasia para ir.
– Vá de noiva.

Ouviram os aplausos para a delegação das Ilhas Cayman?

13/07

Se mal acompanho qualquer evento esportivo, o cerimonial, então, passa em branco. Talvez encontre algum fragmento de memória das Olimpíadas de 80 e 84, e nada mais.

Mas hoje era necessário, e o espetáculo apontou um caminho correto e lúdico, num mundo onde o conceito de originalidade muitas vezes se traduz na amálgama. Se faltou uma representação mais abrangente do País, não houve dúvida quanto à beleza audiovisual. A boa orquestração, aliás, calçou o clima.

Ah, como eu gosto de ouvir Chovendo na Roseira.

Mas eu teimo com a deselegante vaia, seja para uma autoridade ou delegação, qualquer um. É preferível abster-se do aplauso. As comitivas atingidas, coitadas, não mereceram tal infantilidade.

No mais, todos de parabéns. Se bobear, até os jornalistas paulistas gostaram.

A pessoa já nasce de uma competição. O que vier depois, é medalha.

O que seria de mim e do Observatório da Imprensa, sem o olhar da Cláudia Tisato?

12/07

… eu não duvidaria se um Drive-In fizesse sucesso hoje.

Sonho a cada seis meses com alguma situação dramática envolvendo atrasos e pendências ligadas à faculdade. Acordo aflito e levo alguns segundos para voltar ao real, aliviado.

Seria interessante desenvolver um aplicativo de livre acesso, online, para a edição textual da Bandeira Nacional.

Eu começaria com “Ponto Facultativo”.

Um dia eu lembrarei e não mais utilizarei as pias tão próximo, evitando molhar constrangedoramente a parte inferior da camisa.

11/07

Zeca 2D – ou Quiá Rodrigues – nos bastidores.

A ausência de companhia sinaliza também com a faixa etária. Falta gente mais velha, e talvez a culpa seja minha.

– Vi um quadro novo do Zorra Total.
– Guernica?

Essa predileção da Globo.com pela Tipopótamo ainda me honra e assusta. Às portas do Panamericano, redescubro um banner e um menu com o tipo Nervosa. Isso é muito divertido.

10/07

Foram dois assaltos à minha prima em dias seguidos, uma triste coincidência. O segundo, parece, veio de jovens em um carro cuja placa aponta para um condomínio militar.

É a nova moda?

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