– Tenho uma festa-casamento a fantasia para ir.
– Vá de noiva.
Ouviram os aplausos para a delegação das Ilhas Cayman?
Se mal acompanho qualquer evento esportivo, o cerimonial, então, passa em branco. Talvez encontre algum fragmento de memória das OlimpÃadas de 80 e 84, e nada mais.
Mas hoje era necessário, e o espetáculo apontou um caminho correto e lúdico, num mundo onde o conceito de originalidade muitas vezes se traduz na amálgama. Se faltou uma representação mais abrangente do PaÃs, não houve dúvida quanto à beleza audiovisual. A boa orquestração, aliás, calçou o clima.
Ah, como eu gosto de ouvir Chovendo na Roseira.
Mas eu teimo com a deselegante vaia, seja para uma autoridade ou delegação, qualquer um. É preferÃvel abster-se do aplauso. As comitivas atingidas, coitadas, não mereceram tal infantilidade.
No mais, todos de parabéns. Se bobear, até os jornalistas paulistas gostaram.
… eu não duvidaria se um Drive-In fizesse sucesso hoje.
Sonho a cada seis meses com alguma situação dramática envolvendo atrasos e pendências ligadas à faculdade. Acordo aflito e levo alguns segundos para voltar ao real, aliviado.
Seria interessante desenvolver um aplicativo de livre acesso, online, para a edição textual da Bandeira Nacional.
Eu começaria com “Ponto Facultativo”.
Um dia eu lembrarei e não mais utilizarei as pias tão próximo, evitando molhar constrangedoramente a parte inferior da camisa.
A ausência de companhia sinaliza também com a faixa etária. Falta gente mais velha, e talvez a culpa seja minha.
– Vi um quadro novo do Zorra Total.
– Guernica?
Essa predileção da Globo.com pela Tipopótamo ainda me honra e assusta. Às portas do Panamericano, redescubro um banner e um menu com o tipo Nervosa. Isso é muito divertido.
Foram dois assaltos à minha prima em dias seguidos, uma triste coincidência. O segundo, parece, veio de jovens em um carro cuja placa aponta para um condomÃnio militar.
É a nova moda?
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