– Recebi por scrap: semana passada lucy niemeyer deu uma palestra aqui em aracaju, e durante a apresentação dos slides, que tinha como tema a evolução do design gráfico no brasil, alguns trabalhos de vcs foram mostrados como exemplo, fiquei contente de ter visto!
– Em que parte nós estamos?
Um dia eu decoro o Great American Songbook e viro crooner.
De minha socialização, um terço diz respeito a familiares e pessoal de trabalho; outro, a contatos online com os quais encontro uma vez ao ano; e o que resta, quem eu jamais conheci ao vivo.
Chega a referência para a legenda:
Fulana (gordinha de azul)
Beltrano (bonitinho)
Cicrano (o mulatinho)
Tudo no ar, menos a sinceridade.
Para convencer-me a acompanhá-la, disse que se vestiria por mim.
Não é bem o que procuro.
Depois de uma semana turbulenta e três noites viradas, um arquivo se arrasta pelo FTP:
– Sua conexão é ruim?
– Não, só a vida.
Porque Deus não acolherá o designer:
– Qual software o Senhor usa?
Caso o idioma comprometa a avaliação do ator, aqueles anglófonos têm a ganhar?
Elizabeth Tina Fey, porque também é fundamental uma beleza cotidiana, real.
Fora a roupa de executiva em 30 Rock. Hm.
Em diferentes graus, todos adaptamos o linguajar para o grupo corrente; o que, num dia variado, pode requerer controle e jogo de cintura para a devida sucessão, ou então um laissez-faire social.
E quando baixa aquela antiga e estranha lembrança, cuja peculiaridade questiona a própria memória? Antigos eventos, empregos, o que for.
É o passado que vira trocadilho.
Creio ter vindo com a Luciana Bordallo a minha primeira associação ao Silent Bob, que só conheceria mais tarde.
E a lembrança retorna quando percebo-me ouvindo silenciosamente o interminável relato alheio. Quase todo dia.
Sete anos deste longevo Bricabraque, um andamento em obra.
Queria descobrir meus leitores, pelo menos o primeiro nome e a cidade.
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