6/11

– Você é meu único Zé.
– Seu prédio não tem porteiro?

5/11

Diversão barata na máquina alheia.

Fosse o Dia do Designer um feriado, ele o seria, em verdade, para os outros.

4/11

Basta que o esporte nacional ganhe a manchete, para que emerja em redações e nas Redações o mais rançoso e vagabundo bairrismo.

3/11

Com “Horcades Presidente”, a eleição para o Fluminense aterroriza egressos da Faculdade da Cidade. O concorrente “Peter Presidente”, aliás, soa como personagem Hanna Barbera.

2/11

Saindo sob chuva torrencial e distribuição de capas descartáveis, o primeiro impulso, fóbico, diz da eventual incompatibilidade com o tamanho único, o receio de parecer um tambaqui plastificado.

Mas ela veste sem problemas.

Ainda acrescento ao currículo: “Não aceito desafios”.

1/11

Deus é dez ponto cinco.

Um nome e um trocadilho para a primeira das champenoise.

Porque harmonizar é preciso.

Mas existe a saúde, o sangue e o exame que aponta índices perigosos ligados ao fígado, razão pela qual interrompo desde já tais incursões, ainda que regradas; posto que já não as há.

– Essas duas exclamações irritam.
– Só duas, né? Ao invés de uma ou três.
– É.
– Também fico, é aquela empolgação meio desanimada.
– Nós somos chatos, né?
– Bobagem! Mas tem gente pior.
– Quem usa as duas.

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