15/12

O noticiário policial submete o Rio de Janeiro ao paradigma da engenharia de tráfego: são as vias de fato.

14/12

Ainda sou capaz de acreditar no outro significado esportivo de “abater”.

Ao acenar, o brasileiro, quando muito, pede a conta.

13/12

Passa a infância querendo ser igual, para buscar diferenças quando adulto.

12/12

Já fui de continuar com o ruim para compensar o gasto, mas entendo agora o valor da atenção.

No entender da crença, o que caracteriza o sucesso de um religioso em greve de fome?

11/12

Se eu entendi bem, a Última Ceia não passou do couvert.

Por Mateus Moretto:

Cracker, a Piraquê faz em casa.

10/12

O inferno é uma fila.

9/12

Descubro no YouTube não apenas o interessante grupo Sururu na Roda, mas a utilização de uma de nossas fontes, Bacana, em seu primeiro CD.

Vidro esverdeado, a nova praga da arquitetura contemporânea carioca.

8/12

Aqueles presentes ao show do Police em 82, no Maracanãzinho, conseguem rivalizar com a primeira turma da ESDI.

Repare que toda produção audiovisual estadunidense refere-se ao mandatário segundo a grafia completa: Presidente dos Estados Unidos.

7/12

Enquanto repercute a Free Beer, proposta do coletivo* dinamarquês Superflex sob a insígnia Creative Commons, lembro da fórmula Pilsen utilizada para regular novas linhas de produção, que em tantos casos permanece preguiçosamente em uso, ganhando uma questionável embalagem local. É o Brasil, enviesando conceitos.

* Não entendo essa expressão.

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