6/12

O modelo de financiamento das cadeiras perpétuas do Maracanã, se bem entendi como um bem, ilustra com propriedade – e trocadilho – nossa imaturidade pública.

É um primor de visão econômica.

5/12

:D

É insuportável a freqüência com a qual a CBN veicula seu tema.

4/12

• Guitarrista com camisa da Fender
• Baterista com camisa da Zildjian
• Fotógrafo de cinema com camisa da Panavision

Designer com as da Emigre? Não chega a tanto.

São caras.

Não resumiria a Érika Faccini às saboneteiras, ainda que merecedoras; mas às curvas totais, quadris, cintura e lábios. Ao olhar, também. A tudo.

3/12

Para cada estresse gratuito, ponho a mão na barriga:

– Não me aborrece, que eu perco o neném.

2/12

– Já tem gente refinando em favela.
– Aqui se faz, aqui se paga.

O que muda com a tevê digital?

Bom, o texto legal fica legível.

1/12

Acontece.

É necessário ser justo, porém, já que meu primeiro contato com a nova marca deu-se através de uma versão com degradê volumétrico. O símbolo, chapado, vá. Mas a letra e as cores, definitivamente, não.

Brasil, onde o vocacional é no cartório.

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