13/01

Tanto alisamento capilar resultou em monotonia pelas calçadas.

Fora que em algumas passa longe de combinar.

Andando pelo Leblon, quando o vendedor oferece uma fruta:

– Não, obrigado.
– Ih, ele fala português!
– É, eu sou pálido.

12/01

Emílio Surita e Luiz Gasparetto.

11/01

Melissa Theuriau é de reiniciar marcapasso.

É no mínimo estranho que aquele inspirador (sem trocadilho) de Meu nome não é Johnny seja hoje um produtor musical ligado a artistas da Mangueira, área claramente definida como entreposto narcotraficante.

Pode não ser nada. Pode.

10/01

Oitavo Mandamento: Não furtarás.

À maneira das personagens de Tolkien, estendamos a mecânica de tratamento à classe política:

– Diga, Exmo, filho da Puta.

9/01

Associar à depressão a minha ausência de saudade soa fácil, mas a percepção se refere ao próprio tempo, que não me cabe requisitar enquanto sensação que pertence à memória, à leitura de cada fase da vida. Poderia inclusive decepcionar.

E por isso não os requeiro, não os remexo.

Ps.: À exceção do Barney. Ele, sim, eu queria.

Que doces linhas definem o rosto da Alice Braga. É ali, de perfil, que a coisa fica séria.

8/01

Por que alguém com mais de vinte anos ainda cutuca os outros pelo ombro oposto?

Ps.: Fora quem chega fingindo que vai empurrar aquele na beirada.

7/01

É preciso falar da loura que volta e meia aparece durante o almoço, descrita pela desproporcionalidade glútea; quase o Abaporu de pé.

E não há quem ignore, como roupa que folgue: não é uma bunda, é uma ópera.

Exagerada, talvez, mas única e instigante.

Se Quarta-feira não tem diacrítico, é questão de gramática e trocadilho.

6/01

Pesquisando sobre o tradicional Spekulatius produzido pela Panificação Hamburgo, descubro sua origem no apelido de São Nicolau, “especulador”.

Faz sentido.

Foram três os momentos recentes nos quais identifiquei um tal instinto paterno.

5/01

Como expressão, “festejado” é o tomate em cima do arroz jornalístico.

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