Não requeira a compreensão alheia daquilo que lhes escapa.
Liste incontáveis e variados músicos, bandas e estilos musicais, já que a propaganda e os falsos grupelhos ditam o ecletismo. É a persona de butique.
Só não chego a desejar a invenção da fragrância “livro novo”, pois virá sem o mesmo.
Das levas que assolam o PaÃs – talvez e principalmente o Rio –, há crimes de época, da moda. Quando poucos dias separam as emboscadas ao Diretor de Bangu 3 e a um vereador, já podemos nos preparar.
Agora que as constantes brigas decretaram o final das festas patricinhas que vinham ocupando a Help, é hora das mães voltarem.
De passagem por BrasÃlia, Bruno Porto manda avisar:
No Brasil, justo pode ser muito apertado. E não é roupa.
“Se beber, não dirija” parece constar do anúncio de Johnnie Walker.
É natural o destaque recente pelos franceses a uma obra de nome e autor familiares, como é a Cidade da Música. Enquanto São Paulo almeja Nova Iorque, o Rio mistura Paris e Miami. Todas erradas.
Mas o equipamento é belo.
Ainda que exista o risco de manutenção inerente ao poder público – incluindo a programação –, a Cidade da Música certamente proporcionará bons momentos. Resta esperar que o plateia justifique.
Outro sintoma do “fim de carreira” é priorizar encontros com médicos e terapeutas.
Resumir o Disque-Denúncia a três dÃgitos seria um bom patrocÃnio para telefônicas, volta e meia relacionadas a celulares em presÃdios.
– Ela era de parar o trânsito.
– Isso não esclarece.
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