20/10

“Nortear”? E o Sul?

19/10

Filipeta conceitual: “Hoje, algo em algum lugar”.

Nossa progressiva dependência online pode levar ao cenário de Kevin Kelly na TED, onde o Google resguarda os dados mais pessoais para qualquer esquecimento. A transferência de responsabilidade, e, eventualmente, da primeira pessoa, pode afunilar a percepção até que não haja a lembrança do buscador – ou seja, o fim.

“Tendência” parece algo sobre a sexualidade.

E no fundo – opa –, é.

18/10

Findo o expediente, você questiona aqueles imbuídos nos mergulhos de apnéia.

Arma nuclear? É que não inventaram ainda uma bomba de expectativa.

A transparência política é fumê.

O design que vive da hipertrofia de querer-se atualizado, tendencioso e porta-voz como um astrolábio conceitual –, este inflamado modelo não é garantia plena de sucesso, proporcionando, inclusive, um glorioso dissabor a seus autores, quando confrontado e vitimado sob as circunstâncias do concorrente “incorreto”.

É o velho exemplo das capas de mangá e sua perfeitamente compreensível desestruturação informacional.

17/10

Justificar o voto pode ser em função da escolha.

Cuidado com a caricata obsessão profissional. Há vida lá fora.

É monótono perceber em quase todo filme de aventura contemporâneo um roteiro privilegiando futuras transposições para jogos eletrônicos.

Não são apenas as lições de vida para qualquer discurso, mas a complementaridade que as pessoas adotam.

Contrato? Matrícula.

* Baseado na CLT.

16/10

Parece estranho, que, no recente filme de Indiana Jones, a edição do mapa animado para a América do Sul corte, justamente, o sobrevôo da Venezuela.

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