“Nortear”? E o Sul?
Filipeta conceitual: “Hoje, algo em algum lugar”.
Nossa progressiva dependência online pode levar ao cenário de Kevin Kelly na TED, onde o Google resguarda os dados mais pessoais para qualquer esquecimento. A transferência de responsabilidade, e, eventualmente, da primeira pessoa, pode afunilar a percepção até que não haja a lembrança do buscador – ou seja, o fim.
“Tendência” parece algo sobre a sexualidade.
E no fundo – opa –, é.
Findo o expediente, você questiona aqueles imbuÃdos nos mergulhos de apnéia.
Arma nuclear? É que não inventaram ainda uma bomba de expectativa.
O design que vive da hipertrofia de querer-se atualizado, tendencioso e porta-voz como um astrolábio conceitual –, este inflamado modelo não é garantia plena de sucesso, proporcionando, inclusive, um glorioso dissabor a seus autores, quando confrontado e vitimado sob as circunstâncias do concorrente “incorreto”.
É o velho exemplo das capas de mangá e sua perfeitamente compreensÃvel desestruturação informacional.
Cuidado com a caricata obsessão profissional. Há vida lá fora.
É monótono perceber em quase todo filme de aventura contemporâneo um roteiro privilegiando futuras transposições para jogos eletrônicos.
Não são apenas as lições de vida para qualquer discurso, mas a complementaridade que as pessoas adotam.
Contrato? MatrÃcula.
* Baseado na CLT.
Parece estranho, que, no recente filme de Indiana Jones, a edição do mapa animado para a América do Sul corte, justamente, o sobrevôo da Venezuela.
Powered by WordPress
