Convivência pode ser a lição de moral periódica.
É aflitiva a digitação que se anuncia eternamente pelo MSN, sem resultado.
Anne Hathaway é daquelas que não comportam a mera exibição, a farra das vistas e os pequenos pensamentos. É moça para abraçar e viver.
Não há bem o que lamentar ou perdoar em quem ignora a condição depressiva. Tal menoscabo eventual, mais uma vez surpreendente e revelador, pede que a paciência para com a ignorância seja reforçada. Se não há obrigação para conhecer ou entender, há, sim, para conceder.
Transferência de responsabilidade? Use “Porque”.
A Daniella Sarahyba é dessas que fazem derrapar a visão.
A oportunidade que vem a reboque da vontade, se perdida, inviabiliza o discurso da possibilidade.
Um décimo do trabalho executando, e o resto revisitando.
Com bafômetros ganhando a noite, valeria instalar sacos de vômito nos táxis.
Globo.com, 21 de Setembro: Culinária bizarra: pênis de jumento faz sucesso na China
Mata a cobra e mostra o prato.
Sobre cada encontro sentimental – a maioria, decerto –, poderia:
“A date which will live in infamy”
Para não aboletar-se, o desejo tem prazo: “Era” é o estado e um pretérito.
Às vésperas do Segundo Turno, lembrando a sugestiva disposição publicada pel’O Globo no Primeiro:
Que lástima.
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