Louvado seja o casting feminino em Mad Men, destacando a valorização das curvas pela imponente Christina Hendricks. É verdade, no entanto, que a atenção mexe com o olhar da Elisabeth Moss; e, no todo, com a encantadora Rosemarie DeWitt.
BBC, 12 de Dezembro: Arqueólogos britânicos encontram cérebro ‘de 2 mil anos’
Em uma Igreja?
Se o José Simão e sua autoproclamada claque existem ou insistem, é porque alguém acha graça.
Só quero o endereço.
Poderia ser o roteiro das margarinas e todo o ambiente perfeito, mas há possibilidades e criatividade quando Charlize Theron ocupa o pensamento. Os olhos, a sobrancelha; tudo se aninha, aceita.
A crise automotiva estadunidense joga com as possibilidades, como uma limusine presidencial Toyota.
Martelado pelo noticiário submisso à força econômica do vizinho e sua grandiloqüência tantas vezes sublinhada, o Rio acaba resumido ao negativo eventualmente amplificado, como se necessário fosse apontar o que já se evidencia. É assim, consecutivamente, que esticam-se velhos ciclos e se forjam adjetivos.
– Ele mentiu que era médico, e ficou com a menina.
– Ela foi paciente.
Os desastres com fiéis atestam a existência divina.
– Mulher de calça de terninho é um negócio.
– Bermudinha, também.
– Mulher, né?
– Isso.
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