10/03

Arrastado pelo Samurai do Leblon, conferi metade da apresentação de Roger “Floyd” Waters na Apoteose. A Banda mostrou coesão e competência, e o som, pasme, comportou-se à altura do ingresso pela primeira vez. A quadrifonia trouxe o Dolby 5.1 para a realidade, e foi a grande estrela da noite, nesta humilde resenha. Enfim, valeu.

Se a questão é a diferença entre essa ou aquela banda, pouco importa, visto que o original inexiste há muito. O negócio é aproveitar o que ainda resta.

A projeção, tão comentada, não impressionou, ainda que tecnicamente assombrosa. Foi impossível não imaginar aquele poderio a serviço do Freak Show.

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