23/04

Vejo sempre o Gari com enorme respeito e simpatia, da passagem ruidosa e animada – quando não perturbam o tráfego, veja bem – à varrida solitária no meio fio, ou a glória no encerrar de cada desfile momesco.

No amanhecer do primeiro dia estão lá, impávidos, removendo aquele sem-número de entulhos deixados por nós, irresponsáveis da meia-noite. O uniforme sabe o peso que dou.

Aos afilhados de Aleixo Gary, aqui vai o alô e a esperança de maior reconhecimento social e financeiro. E paz e paciência, que esse povo é porco mesmo.

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