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Do ano findo, várias crises e uma espécie de enquadramento pessoal e profissional em circunstâncias há muito adiadas, um tanto humanas. A constatação é essencial e valorosa, retirando, por exemplo, de reflexões e promessas sobre uma retomada de enfoque experimental – aquele visceral e pelo qual fui reconhecido –, a não-necessidade da revisão de atitudes naturais a um processo de luta e questionamento. Mantém-se a matriz energética, que produziu e deu asas ao arsenal gráfico das páginas passadas. Não procede a preocupação pela busca de um tempo registrado e pertinente ao momento passado. Havendo o sentimento e a visão de possibilidade, será dada a forma a qualquer nova instância, proporcional aos anos adquiridos nesse ínterim.

Chega de promessas, bobagens, datações. O fato está registrado. O ciclo, se não encerrado, libera os seus resultados. Vem coisa aí.

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