Você pega um filme de ficção, e começa a questionar o raciocÃnio arquitetônico e social das metáforas futuristas, em certo – e alto – grau, as mesmas de clássicos trash. Qual a diferença, senão o acabamento? Estaria comprometida a curva evolutiva de uma realidade hipotética? Não existiria uma ascendente conceitual, apenas a rarefeita e preguiçosa exploração tecnológica, beirando mais a perfumaria?
Ed Wood faz a grande crÃtica dessa pasmaceira. Estamos todos presos a concepções de forma pré-existentes, algo tenebroso para o exercÃcio de criação.
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