18/02

É curioso que se tenda a uma percepção linear do outro sexo, ou a um quase impedimento de qualquer observação que não as exaustivamente óbvias e carnais – que não devem cessar, por certo, mas abrir espaço para uma natural avaliação de outros aspectos específicos.

Experimente levantar um senão para uma audiência açougueira e tradicionalmente interessada em justificar testículos e testosterona, e logo haverá um questionamento coletivo para com o seu próprio apetite sexual – como se apontar uma nuance em determinada mulher, no caso, implicasse em rejeição dela e de todo o conjunto feminino.

E não seria eu a destacar uma imperfeição na Bárbara Borges – pelo menos a que conheci captada, corrigida e impressa, nas bancas. Há, ali, um tratado formal – ou da formosura – onde ressalta a estratégica marca do bronzeamento, acentuando os dotes lombares – sabe-se lá como é o original – à maneira das famosas poses em “arco” das modelos, valorizando ou imprimindo senhoras nádegas.

COMENTÁRIOS

Opa, será que só eu peguei essa: Débora Borges? BÁRBARA Borges, o trocadilho elogioso mais fácil do mundo: uma mulher que faz jus ao nome!

Rafael Lima - 22.02.05 - 10:04 am

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Desatenção total e irônica: pelo visto, o nome não foi propriamente o meu objeto de atenção.

Corrigidum est, pois.

Elesbão - 22.02.05 - 12:50 pm

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