26/10

Na próxima eleição municipal, a favelização voltará mais uma vez. Arrisco um chute urbanístico, dentro da perspectiva de “remoção” daquelas de pequeno e médio porte, e redimensionamento das grandes comunidades: desapropriação de áreas industriais decadentes em eixos rodo e ferroviários para a instalação – com a ajuda de batalhões de engenharia do exército –, de edifícios pré-moldados. É uma visão geral, talvez “burguesa”, talvez ignorante; mas inicial, dentro de um entendimento sério sobre a necessária revisão de ocupação da Cidade. Existe um limite para a esculhambação.

COMENTÁRIOS

Podes crer Zé…
depois de anos dando as costas, a sociedade agora tem uma responsabilidade. Concordo com vc em tudo, só não gosto do nome “remoção”. O que é removido é lixo, não gente. O ideal seria “assentamento”. Mas com certeza qualquer atitude séria, envolvendo gente séria, sempre vai esbarrar nos aproveitadores da miséria com seus discursos ultrapassados.

Julio Carvana - 28.10.05 - 8:02 pm

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Entendo que o texto abra esse ruído, mas o objeto da remoção é a favela, o imóvel. As pessoas sim, devem ser reassentadas e viabilizadas para usufruir e assumir responsabilidades para com a nova moradia. Tratá-las como adultos, pois.

Elesbão - 28.10.05 - 10:25 pm

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Sua idéia para esse conjuntos me parece viável. Mas haverá vontade política?

Sonia - 30.10.05 - 9:44 pm

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