Apresenta-se o “novo” Jornal do Brasil e a confusa divisão de formatos: standard para o assinante e berliner para as bancas. Há sintomas de homogeneidade e melhor respiro das páginas, ainda que predomine uma inconstância programada que remete ao diário interiorano, algo possivelmente revelador e apropriado. O logotipo assume a cor – uma caracterÃstica local –, e não contenho o incômodo pela restrição à forma como a maioria a usa. São raros, rarÃssimos aqueles sob o bom design pelo mundo.
Talvez alguém lance algo proporcional ao que o JB representou, esquecendo o presente, o botox comunicante e a vergonha. Gente de fora, outra história.
Ps.: A Clarendon faz falta.
*smack*
marina w. - 23.04.06 - 2:07 am
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