Já comentei sobre a desconfortável transparência do pote para o exame de fezes, mas devo confessar outro aspecto da avaliação, que é sincronizar o relógio interno ao horário de coleta, levando em conta o jejum e o próprio frescor do material, para não baixar à clÃnica munido de um fóssil-cagalhão. Há que se confiar no pequeno “tambor radioativo”, também.
Ps.: Em sendo bonita a atendente, a abordagem pede lugar: ela já viu o que há de pior a meu respeito.
É deveras interessante, perceber que alguém tem noção da futulidade de tentar esconder alguma coisa da atendete/secretária de laboratórios, clinicamente estamos cagando para isso, mas é tão desconcertante o desenlace dessa situação! Dalà devia amar essas coias…
Alan Cichela - 27.04.06 - 10:40 am
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