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O modelo de financiamento das cadeiras perpétuas do Maracanã, se bem entendi como um bem, ilustra com propriedade – e trocadilho – nossa imaturidade pública.

É um primor de visão econômica.

COMENTÁRIOS

Perpétuo neste país tem dia e hora pra acabar. Meu pai foi assinante da Folha numa época em que ela vendia “assinaturas perpétuas”. Durou uns anos a perpetuidade.Ele mesmo também foi dono de cadeira cativa (e perpétua, segundo o contrato) no Morumbi, sãopaulino roxo que era. Também durou pouco.
Já meu pai durou muito e nunca se conformou com essas mutretas, como dizia. Coitado, era um ingênuo!

maray - 08.12.07 - 12:22 pm

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Bom, não sei como é o contrato no Maracanã, mas imagino que a pessoa possa herdar a propriedade. E o comércio e os lucros disso, ah, são perpétuos.

De qualquer forma, acho uma temeridade legar qualquer propriedade pública para sempre.

Elesbão - 08.12.07 - 12:46 pm

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