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O design que vive da hipertrofia de querer-se atualizado, tendencioso e porta-voz como um astrolábio conceitual –, este inflamado modelo não é garantia plena de sucesso, proporcionando, inclusive, um glorioso dissabor a seus autores, quando confrontado e vitimado sob as circunstâncias do concorrente “incorreto”.

É o velho exemplo das capas de mangá e sua perfeitamente compreensível desestruturação informacional.

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