É natural o destaque recente pelos franceses a uma obra de nome e autor familiares, como é a Cidade da Música. Enquanto São Paulo almeja Nova Iorque, o Rio mistura Paris e Miami. Todas erradas.
Mas o equipamento é belo.
Ainda que exista o risco de manutenção inerente ao poder público – incluindo a programação –, a Cidade da Música certamente proporcionará bons momentos. Resta esperar que o plateia justifique.
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