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Quanto às relações, e à maneira das casas noturnas, demoro a perceber que há consumação mínima ao conhecer o outro. Sem “laissez faire, laissez aller, laissez passer”, a fórmula do arrasto vinga por despreparo ou carência. Daí, tal qual o tranco no cinto de segurança, estancamo-nos pelo imediatismo. Questão de sobrevivência.

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